Bolsa Continental de Mercadorias

Notícias

18-05-2012
Dilma anuncia verba para estradas do RS

Um pacote de obras de infra-estrutura para o Rio Grande do Sul e Santa Catarina, em valor superior a R$ 4,3 bilhões, foi liberado ontem pela presidente Dilma Rousseff em reunião com a diretoria do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). Entre elas, o início da duplicação da BR-116, entre Eldorado do Sul e Pelotas, o contorno de Pelotas, a duplicação da BR-290, entre Eldorado do Sul e Pantano Grande, a construção da ponte estaiada em Laguna (SC) e de um túnel na BR-101, em Palhoça. A duplicação da BR-290 ainda depende de licitação. Já o processo para a ampliação da BR-116 foi feito em nove lotes. A obra deve começar nos próximos dias em sete, porque em dois há áreas ocupadas por índios que precisam ser reacomodados. O contorno de Pelotas havia sido suspenso há mais de um ano, quando o governo constatou que, no projeto executivo, o custo da obra subiria muito em relação à proposta inicial. As obras no Rio Grande do Sul receberão mais de R$ 2 bilhões e serão anunciadas em Santa Catarina, na segunda, quando Dilma oficializará R$ 2,3 bilhões para o Estado vizinho. Em Santa Catarina, os recursos serão direcionados a dois gargalos viários: a ampliação da BR-101 Sul – que atrasa a viagem dos gaúchos ao litoral catarinense – e a duplicação da BR-470, entre Indaial e Itajaí. A ordem de serviço da ponte estaiada sobre o Canal de Laranjeiras, em Laguna, licitada há mais de um ano, deve ser assinada. Também será anunciada a verba para o túnel duplo em Palhoça. Dos R$ 2,3 bilhões, R$ 1 bilhão será destinado para a ponte e o túnel. São contratos extras da duplicação da via que, pela estimativa mais recente do Dnit, deve ser concluída em dezembro deste ano. Inicialmente, a conclusão da duplicação da BR-101, iniciada há sete anos, era prevista para 2008. O último gargalo será o túnel do Morro do Formigão, em Tubarão. Segundo o presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Conclusão das Obras da Duplicação da BR-101 Sul, deputado Ronaldo Benedet, o diretor-geral do Dnit, Jorge Fraxe, teria se comprometido em lançar uma nova licitação em um mês. A primeira concorrência foi considerada fracassada. Fonte: Zero Hora Foto: Gilberto Simon

11-05-2012
Brasil quer intensificar parceria na indústria naval e de petróleo e gás com Cingapura

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, propôs, na quarta-feira (9), ao ministro do Comércio e Indústria de Cingapura, Lim Hng Kiang, um aprofundamento das relações entre os dois países. “Temos necessidade de uma maior aproximação, em função da capacidade tecnológica de Cingapura - especialmente na indústria naval e no setor de petróleo e gás - e da necessidade de modernização da infraestrutura de portos e aeroportos do Brasil”, disse Pimentel. Os dois ministros reuniram-se no Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic). Para Kiang, os interesses de Brasil e Cingapura são coincidentes. O ministro asiático citou como exemplo dessa convergência o fato de mais de 50 companhias cingapurianas manterem escritórios no Brasil e reafirmou o interesse da empresa que administra o aeroporto de Cingapura de participar da próxima rodada de concessão dos aeroportos brasileiros. Fonte: Portal Brasil Foto: Agência Petrobras

04-05-2012
Produtividade agrícola brasileira cresce mais que a mundial

Ampliação do crédito rural, incentivo à exportação e à pesquisa são apontados como fatores que impactaram positivamente o crescimento da agricultura brasileira nos últimos 30 anos, especialmente com o aumento da produtividade. Enquanto no Brasil a produtividade da agricultura cresce a taxa média de 3,56% ao ano, no mundo, essa taxa decresce. É o que aponta estudo realizado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). O trabalho estima os índices de produtividade total dos fatores (PTF) para a agropecuária brasileira para o período entre 1975-2011 e discute seu desempenho comparado com indicadores do mesmo gênero estimados para as principais agropecuárias mundiais, demonstrando posição de destaque do Brasil nesse contexto. Também são analisados os efeitos das políticas sobre a produtividade no Brasil, com destaque para as exportações, os investimentos em pesquisa e desenvolvimento e a evolução do crédito rural. Segundo o coordenador da Assessoria de Gestão Estratégica do ministério, José Garcia Gasques, o efeito mais forte sobre a produtividade está relacionado aos gastos com pesquisa. Um aumento de 1% nesses gastos resulta em acréscimo de 0,35% sobre a produtividade. Na sequência, vem o aumento dos desembolsos por conta do crédito rural a produtores, cooperativas e agricultura familiar de 0,25%. Já os resultados para as exportações da agriculturamostram um aumento de 1% das exportações do agronegócio em decorrência do aumento de 0,14% da produtividade. Os efeitos do crédito rural sobre a produtividade ocorrem porque possibilita aos agricultores a aquisição de insumos de melhor qualidade, a adoção de melhores tecnologias e possibilita a ampliação da escala de produção pela aquisição de mais terra ou novos equipamentos. Por outro lado, as exportações afetam a produtividade por duas razões principais. A primeira é que a ampliação das vendas ao exterior requer o aprimoramento da qualidade dos produtos e com isso a incorporação de melhorias na produção que somente acontece com maior produtividade. A segunda razão é que, para exportar, é necessário o país ser competitivo e isso requer aumentos de produtividade para que seja possível produzir com menores custos. “A exportação na maior parte das vezes exige o aumento da escala de produção o que permite o uso de tecnologias mais avançadas”, destacou. A atuação da pesquisa sobre a produção se dá através das possibilidades que abre em termos de descobertas denovas variedades, mais resistentes e produtivas, técnicas de manejo mais aprimoradas, novas formas de plantio, aprimoramento da qualidade dos insumos, etc. Os efeitos da pesquisa não são imediatos, mas cumulativos, chama atenção o técnico. Por isso, os resultados ocorrem após certo período de tempo que depende do tipo de pesquisa, entre outros fatores. Fonte: Globo Rural On-line Foto: Régis Falcão

09-02-2012
Técnicos do Paraná conhecem Bolsa de Mercadoria da Agência

Conhecer o projeto Sistema de Acesso à Mercados (SAM) como o funcionamento da Bolsa Continental de Mercadoria (BCM) para implementá-los no Oeste do Paraná foi a pauta do encontro, que ocorreu na quarta-feira (8), entre técnicos e o diretor da Agência de Desenvolvimento Regional do Sudoeste do Paraná, Célio Wessler Boneti, o administrador Técnico de Projetos - Desenvolvimento Regional da Agência da Lagoa Mirim (ALM), engenheiro agrícola Alexandere Barum, e técnicos da ALM. Como as duas Bolsas de Mercadorias que funcionam em Pelotas chamam a atenção de todo o país, já está sendo organizada uma reunião com o Ministério da Integração para estudar a possibilidade de implementar o sistema em outras regiões do Brasil. Os produtores, artesãos, empresários de pequenas e médias empresas da Região Sul encontraram, via Bolsa Continental de Mercadorias uma forma de comercializar produtos que poderiam ser perdidos, sem o auxílio de um órgão facilitador. No ano passado, destaca Barum, foram comercializados R$ 170 milhões. Trabalham atualmente nas duas Bolsas de Mercadoria, em torno de 40 pessoas. Durante o encontro foram verificadas as orientações técnicas, jurídicas e contábeis para instalação do sistema como a viabilidade de estabelecer uma parceria de negócios com as bolsas de Pelotas. Fonte: Diário Popular Foto: Paulo Rossi



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